Aberrações ou o que um ser humano faz a outro...
segunda-feira, 6 de maio de 2013 by andrea augusto - angelblue83
![Myrtle Corbin , a “Mulher de Quatro Pernas”.
Sua deformidade era resultado de uma forma rara de gêmeos siameses conhecida como dipygus. Da cintura para baixo, ela tinha tudo duplicado, possuindo duas pequenas pélvis, cada uma com uma perna emparelhada às suas pernas normais. Ela conseguia mover suas pernas menores, mas não conseguia andar sobre elas. Myrtle não podia se locomover nem ficar em pé sozinha. Possuía também duas vaginas, consequentemente dois sistemas reprodutivos. Suas menstruações ocorriam simultaneamente nas duas vaginas, diferentemente dos seus dois ânus, nos quais ela conseguia defecar em momentos distintos.
Josephene Myrtle Corbin nasceu nos Estados Unidos em 1868 e foi um dos casos mais bem-sucedidos financeiramente na história das aberrações vitorianas. Para aumentar seu apelo comercial, Myrtle vestia saias até o joelho e usava meias e botas combinando nas quatro pernas, o que impressionava as audiências. Myrtle era popular a ponto de conseguir ganhar 450 dólares semanais, o que era uma verdadeira fortuna na época.
O mais impressionante não é sua trajetória dentro dos circos, mas o que aconteceu depois. Aos 19 anos, ela se casou com um médico, Dr. Bicknell, com quem teve cinco filhos: três de um útero e dois do outro.
Ficou famosa também por ser fotografada por Charles Eisenmann, um fotógrafo alemão que ficou famoso por retratar pessoas com deformidades que se apresentavam em freak shows novaiorquinos no final do século XIX. Seu trabalho era vendido no formato de “cartão de gabinete” e reunia imagens de mulheres barbadas, siameses, casos de androginia, gigantismo, nanismo e outras anomalias genéticas. Eisenmann produziu cerca de 700 retratos que incluem Jojo, o Garoto com Cara de Cachorro (jovem russo que sofria de hipertricose, doença genética que causa excesso de pelos no corpo) e Myrtle Corbin.
[Você gosta do nosso trabalho? Então ajude-nos a melhorá-lo cada vez mais votando em nossa página (https://www.facebook.com/HistoricasImagens) como "Facebook Page do ano" na premiação do youPix, nesse link (http://youpix.com.br/destaquedodia/indique-aqui-seus-finalistas-pro-melhores-da-websfera-2013/).
Complete o formulário ao final da página e pronto! É rapido e, assim, vocês ajudam nosso trabalho ser reconhecido.]
Texto de @[100002516820907:2048:Diego Vieira]
Administração Imagens Históricas](https://fbcdn-sphotos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/s480x480/600865_489000541172521_1979519522_n.jpg)
segunda-feira, 6 de maio de 2013 by andrea augusto - angelblue83
![Myrtle Corbin , a “Mulher de Quatro Pernas”.
Sua deformidade era resultado de uma forma rara de gêmeos siameses conhecida como dipygus. Da cintura para baixo, ela tinha tudo duplicado, possuindo duas pequenas pélvis, cada uma com uma perna emparelhada às suas pernas normais. Ela conseguia mover suas pernas menores, mas não conseguia andar sobre elas. Myrtle não podia se locomover nem ficar em pé sozinha. Possuía também duas vaginas, consequentemente dois sistemas reprodutivos. Suas menstruações ocorriam simultaneamente nas duas vaginas, diferentemente dos seus dois ânus, nos quais ela conseguia defecar em momentos distintos.
Josephene Myrtle Corbin nasceu nos Estados Unidos em 1868 e foi um dos casos mais bem-sucedidos financeiramente na história das aberrações vitorianas. Para aumentar seu apelo comercial, Myrtle vestia saias até o joelho e usava meias e botas combinando nas quatro pernas, o que impressionava as audiências. Myrtle era popular a ponto de conseguir ganhar 450 dólares semanais, o que era uma verdadeira fortuna na época.
O mais impressionante não é sua trajetória dentro dos circos, mas o que aconteceu depois. Aos 19 anos, ela se casou com um médico, Dr. Bicknell, com quem teve cinco filhos: três de um útero e dois do outro.
Ficou famosa também por ser fotografada por Charles Eisenmann, um fotógrafo alemão que ficou famoso por retratar pessoas com deformidades que se apresentavam em freak shows novaiorquinos no final do século XIX. Seu trabalho era vendido no formato de “cartão de gabinete” e reunia imagens de mulheres barbadas, siameses, casos de androginia, gigantismo, nanismo e outras anomalias genéticas. Eisenmann produziu cerca de 700 retratos que incluem Jojo, o Garoto com Cara de Cachorro (jovem russo que sofria de hipertricose, doença genética que causa excesso de pelos no corpo) e Myrtle Corbin.
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Texto de @[100002516820907:2048:Diego Vieira]
Administração Imagens Históricas](https://fbcdn-sphotos-b-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/s480x480/600865_489000541172521_1979519522_n.jpg)
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domingo, 14 de abril de 2013 by andrea augusto - angelblue83
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sexta-feira, 29 de março de 2013 by andrea augusto - angelblue83
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domingo, 24 de março de 2013 by andrea augusto - angelblue83
“Meu anjo, meu tudo, meu próprio ser – Hoje apenas algumas palavras à caneta (à tua caneta). Só amanhã os meus alugueres estarão definidos – que desperdício de tempo… Por que sinto essa tristeza profunda se é a necessidade quem manda? Pode o teu amor resistir a todo sacrifício embora não exijamos tudo um do outro? Podes tu mudar o fato de que és completamente minha e eu completamente teu? Oh Deus! Olha para as belezas da natureza e conforta o teu coração. O amor exige tudo, assim sou como tu, e tu és comigo. Mas esqueces-te tão facilmente que eu vivo por ti e por mim. Se estivéssemos completamente unidos, tu sentirias essa dor assim como eu a sinto. [...] Nós provavelmente devemos nos ver em breve, entretanto, hoje eu não posso dividir contigo os pensamentos que tive nos últimos dias sobre minha própria vida – Se os nossos corações estivessem sempre juntos, eu não teria nenhum… O meu coração está cheio de coisas que eu gostaria de te dizer – ah – há momentos em que sinto que esse discurso é tão vazio – Alegra-te – Lembra-te da minha verdade, o meu único tesouro, o meu tudo como eu sou o teu. Os deuses devem-nos mandar paz… Teu fiel Ludwig”
“Já não te amo: ao contrário, detesto-te. És uma desgraçada, verdadeiramente perversa, verdadeiramente tola, uma verdadeira Cinderela. Nunca me escreves; não amas o teu marido; sabes quanto prazer tuas cartas dão a ele e ainda assim não podes sequer escrever-lhe meia dúzia de linhas, rabiscadas apressadamente. Que fazes o dia todo, Madame? Que negócio é assim tão importante que te rouba o tempo para escrever ao teu devotado amante? Que afeição abala e põe de lado o amor, o terno e constante amor que lhe prometeste? Quem será esse maravilhoso novo amante que te ocupa todos os momentos, tiraniza seus dias e te impede de dedicar qualquer atenção ao teu esposo? Cuidado, Josefina: alguma bela noite as portas se abrirão e eu surgirei. Na verdade, meu amor, estou preocupado por não receber notícias tuas; escreve-me neste instante quatro páginas plenas daquelas palavras agradáveis que me enchem o coração de emoção e alegria. Espero poder em breve segurar-te em meus braços e cobrir-te com um milhão de beijos, candentes como o sol do Equador. Bonaparte”
“Meu amor, enquanto nos separa um espaço, estou convencido de que o tempo é para o meu amor como o sol e a chuva são para uma planta: fazem crescer. Basta você ir, meu amor por você apresenta-se a mim como ele realmente é: gigantesco; e nele se concentra toda minha energia espiritual e toda a força dos meus sentidos …. Você vai sorrir, meu amor, e te perguntarás por que eu caí na retórica. Mas se eu pudesse pressionar contra o meu coração o seu, puro e delicado, guardaria em silêncio e não deixaria escapar nem uma só palavra.”
“Minha querida Gertrude, você vai ficar admirada, surpresa, desolada ao saber que terrível indisposição eu senti quando você partiu. Mandei chamar um médico e lhe disse: ‘Dê-me um remédio contra o cansaço porque eu estou cansado’. Ele me respondeu: ‘Nunca! Você não precisa de remédio! Se você está cansado, vá para a cama!’ ‘Não’, repliquei, ‘não se trata desse tipo de cansaço que passa quando se deita. Eu estou cansado no rosto.’ Ele ficou muito sério e depois disse: ‘Sim, estou vendo, é seu nariz que está cansado; e isso acontece por que você mete o nariz em tudo’. E eu respondi: ‘Não, não é bem o nariz. Talvez tenha sido um gole de ar’. Então ele fez uma expressão de espanto e disse: ‘Agora estou entendendo: naturalmente você tocou muitas árias em seu piano’. ‘De forma nenhuma, protestei. Nada de árias, mas de alguma coisa que fica entre o meu nariz e o meu queixo’. Aí ele ficou muito sério e perguntou: ‘Ultimamente você tem andado muito com seu queixo?’ Eu disse: ‘Não’. ‘Bem!’ disse ele, ‘isso me preocupa muito. Não sente alguma coisa nos lábios? ‘Claro!’ exclamei. É exatamente isso que eu sinto!’ Então ele ficou mais sério do que nunca e disse: ‘Acho que você andou dando muitos beijos’. ‘Bem’, respondi, ‘na verdade eu dei um beijo numa menininha que é muito minha amiga.’ ‘Pense bem’. disse ele, ‘você tem certeza de que foi somente um?’ Eu pensei bem e disse: ‘Talvez tenham sido onze’. Então o doutor respondeu: ‘Você não deve dar nenhum beijo até que seus lábios tenham descansado bastante’. ‘Mas o que devo fazer’, repliquei, ‘se ainda estou devendo a ela cento e oitenta e dois beijos?’ Nessa hora ele ficou tão triste, mas tão triste, que as lágrimas começaram a rolar em seu rosto. E ele disse: ‘Você pode enviálos numa caixa’. Então eu me lembrei de uma pequena caixa que eu havia comprado em Dover, pensando em poder um dia oferecê-la a uma menininha. Por isso é que eu lhe envio essa caixa depois de ter colocado nela todos os meus beijos. Diga-me se eles chegaram bem, ou se algum se perdeu pelo caminho.”
“Sinto saudades, John. 27 anos se passaram e ainda desejo poder voltar no tempo até aquele verão de 1980. Lembro-me de tudo – dividindo nosso café da manhã, caminhando juntos no parque em um dia bonito, e ver sua mão pegando a minha – que me garantia que não deveria me preocupar com nada, porque nossa vida era boa. Não tinha ideia de que a vida estava a ponto de me ensinar a lição mais dura de todas. Aprendi a intensa dor de perder um ser amado de repente, sem aviso prévio, e sem ter o tempo para um último abraço e a oportunidade de dizer “Te amo” uma última vez. A dor e o choque de perder você tão de repente está comigo a cada momento de cada dia. Quando toquei o lado de John na nossa cama na noite de 08 de dezembro de 1980, percebi que ainda estava quente. Esse momento ficou comigo nos últimos 27 anos – e vai ficar comigo para sempre. Ainda mais difícil foi ver o que foi tirado de nosso lindo filho Sean. Ele vive com uma raiva silenciosa por não ter seu pai, a quem ele tanto amava e com quem compartilhou sua vida. Eu sei que não estamos sozinhos. Nossa dor é compartilhada com muitas outras famílias que sofrem por serem vítimas de violência sem sentido. Esta dor tem de parar. Não percamos as vidas daqueles que perdemos. Juntos, façamos o mundo um lugar de amor e alegria e não um lugar de medo e raiva. Este dia em que se comemora a morte de John, tornou-se cada vez mais importante para muitas pessoas ao redor do mundo como um dia para lembrar a sua mensagem de Paz e Amor e fazer o que cada um de nós podemos fazer para curar este planeta que nos acolhe. Pensem em Paz. Atuem em paz. Compartilhem a Paz. John trabalhou para ele toda a sua vida. Ele costumava dizer: “Sem problemas, somente soluções”. Lembre-se, estamos todos juntos. Podemos fazê-lo, devemos. Eu te amo! Yoko Ono Lennon.”
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by andrea augusto - angelblue83
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quarta-feira, 13 de março de 2013 by andrea augusto - angelblue83
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domingo, 10 de fevereiro de 2013 by andrea augusto - angelblue83
Ela nasceu Anna McKittrick no vilarejo de Drumaness em 1860, e se tornou Anna Ross quando, após assumir um cargo de professora em Larne, casou-se com o chefe das estações de trem da cidade, Andrew Ross. Começou a escrever sob o pseudônimo Amanda McKittrick Ros, extraindo o nome Amanda de um romance irlandês e abandonando um “s” do sobrenome do marido como referência à família nobre Ros, de County Down. Em seu décimo aniversário de casamento, convenceu Andrew a financiar seu primeiro romance, “Irene Iddesleigh”, publicado em Dublin.
Em doses homeopáticas, isso é divertido, mas se você ler o suficiente, seu caráter absurdo parece se espalhar como um vírus contagioso. Em outras palavras, a escrita de Ros não é apenas ruim; sua ruindade é tão potente que parece minar a própria ideia de literatura, expor o empenho de fazer arte a partir da linguagem como irremediavelmente fraudulento — e, o que é pior, estúpido. Aqui há outro sentido pelo qual ela estava à frente do seu tempo. As reações a sua deficiência artística eram uma alegria masoquista e um desejo perverso de compartilhar a obra de arte fracassada. Os romances de Ros uniram as pessoas em torno do ridículo. Apesar da conexão feita por Huxley entre ela e um passado literário, é difícil evitar a suspeita de que ela possa ter inadvertidamente inventado o pós-modernismo.Posted in: Biografia, Escritores | 0 comentários | Links para esta postagem |
domingo, 3 de fevereiro de 2013 by andrea augusto - angelblue83
Posted in: Caio Fernando Abreu, Poesia, Prosa | 0 comentários | Links para esta postagem |
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013 by andrea augusto - angelblue83







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Dual, sou assim. Misturo meus anjos ao lado obscuro, vou fundo e me retraio. Tenho meus mistérios e saio, sempre sem deixar pistas...
Mas volto sempre se me interessar muito. Não gosto de nada pela metade, nem a minha laranja. Ou vem inteira ou não vem.
Amor só conheço o intenso, amei uma vez e fui muito amada, me enganei outra e continuo apostando. Nada de coração embalado à vácuo sem contato manual. Que peguem, amassem, acariciem, pisem em cima. Quero mais é me sentir viva, ainda que seja pela dor.
Prefiro me arrebentar toda, a sair ilesa, só não
deixo de me atirar, nem mesmo agora que aprendi um pouco mais sobre a crueldade humana.
Tenho poucos e bons amigos. Muitos conhecidos e outros tantos que nem conheço, mas sabem de mim. Minha fidelidade aos amigos é canina, aos namorados até que provem o contrário. Namorados são descartáveis, amigos não.
Sou sensível e emotiva, choro com alguma facilidade, mas quase sempre sozinha. Tenho dias de verborragia intensa e dependendo do motivo arraso ou amo com a intensidade das palavras.
No entanto prefiro atitudes. Palavras o vento leva e a memória apaga. Gosto de me sentir “pertencida”, mas não dominada ou forçada a isso. Gosto de ser livre, mas ter alguém nos pensamentos e sempre para onde voltar.
Gosto de estar só algumas vezes, sinto necessidade, não sou carente profissional. Tenho meu lado sombrio e outro tanto mais claro. Do lado sombrio poucos conhecem, outros intuem, mas
todos respeitam.
Desconfio de pessoas que se dizem loucas de paixão, mas nunca ficaram horas debaixo de chuva esperando alguém, nem ligaram de madrugada para confessar os sonhos que a insônia traz ou deram o último biscoito recheado do pacote ou ligaram tantas e quantas vezes tiveram o telefone desligado na cara.
Desconfio da sofreguidão mansa e do desespero calculado, de olhos secos ou lágrimas forçadas. Dissimulação essa mentira estudada.
O humor inteligente me ganha sempre, o bobo me afasta, o afetado nem conheço. Gosto de gente transparente, aberta, leve, verdadeira que me suaviza o necessário para não querer ir embora, que fala com os olhos, age com a boca e me leva
pelas mãos a qualquer lugar onde eu já queria estar.
andrea augusto - angelblue83
Esse texto é de minha autoria e registrado na BN.
Este texto já foi copiado por várias pessoas no Orkut. Caso o vejam pela internet ou mesmo no Orkut, por gentileza, me avisem. Ele é de minha autoria e é um texto registrado na BN.
Muito Obrigada!
[em prosa e verso ]
nome : andrea augusto
nick : . angelblue83
niver : 12/06
moro : Rio de Janeiro
signo : gêmeos
asc : aquário
lua : áries
cor : preta
detalhes: orkut
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site oficial: literatus
Facebook: Aqui
blog : início : 01/05/02
do caoX. - 2001
Literatus - Literatura em geral, poesia em particular. Artes sempre, música no ar, cinema na veia e palavras, muitas palavras...Textualmente transmissível.
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