Long Live and Prosper, Spock!





"Don't be afraid to cross the line."
As últimas palavras do personagem de Leonard Nimoy na série Fringe, que também foi sua última participação em uma produção. (Via Nelson Moraes)


26 de março de 1931
27 de fevereiro de 2015 

sem mais.

Vingança.





Já deixei.

Defeitos Gikovate






Há "defeitos" que toleramos bem e outros que, mesmo irrelevantes, nos irritam ou magoam muito: convém pensar em nossas reações a longo prazo.
Os mais maduros tendem a ser mais tolerantes; porém, não convém subestimar o impacto negativo de certas condutas irritantes ao longo de anos.
Os que pretendem estabelecer elos sentimentais duráveis devem se acautelar bastante e fazer uma avaliação precisa do modo de ser do parceiro.
No dia a dia, a ausência de determinados "defeitos" que nos irritam muito é mais importante do que a presença de qualidades que nos encantam!
Não é bom pensar que, com o convívio, as pessoas se ajustam e os "defeitos" se esvaem: é melhor acertar os detalhes antes de um compromisso.
Antigamente se dizia, brincando, que "quando casar, sara". Não é verdade: quando as pessoas se casam, se acomodam e tudo tende a ficar pior.

e por falar em amor...








"Quando a gente gosta, a gente começa emprestando um livro, depois um casaco, um guarda-chuva, até que somos mais emprestados do que devolvidos. Gostar é não devolver, é se endividar de lembranças." - 
Fabrício Carpinejar.  




* em priscas eras, meus dvds eram tão emprestados pra você, RBL que um belo dia quando veio devolver, ficou.

O vírus da Paixão.



Paixao14

Muita gente imagina a paixão como um produto da alma. Ou do coração. Mas é, em essência, por menos romântico que pareça, um jogo químico.
A BBC ouviu cientistas que identificaram como esses elementos químicos funcionam em cada estágio da paixão.

Estágio 1: Luxúria
A luxúria é "alimentada" por dois hormônios: a testosterona e o estrogênio.
A testosterona, ao contrário do que se pensa, não é restrita aos homens. Ela também tem um papel de destaque no desejo sexual feminino.


Estágio 2: Atração
É neste estágio que as pessoas apaixonadas não pensam em outra coisa. Elas podem até perder o apetite e dormir menos, preferindo passar horas sonhando acordadas com seu novo interesse amoroso.

Isso é "culpa" de um grupo de enzimas neuro-transmissoras chamadas monoaminas. Mais precisamente de três delas:

Dopamina: Também ativada pela cocaína e pela nicotina, causa sensação de euforia.
Norepinefrina: Conhecida também como adrenalina. Faz com que suemos e acelera os batimentos cardíacos.
Serotonina: Uma das mais importantes substâncias da "química do amor", e que pode fazer com que fiquemos temporariamente insanos.

A supressão do hormônio vasopressina nos ratos do deserto deteriora ligação entre parceiros


Estágio 3: 'Apego'
Este é o estágio que se instala após a atração, se um relacionamento durar. Se a atração durasse para sempre, nada mais que bebês seriam feitos num relacionamento.
O 'apego' é um compromisso mais longo e este laço é que mantém os casais juntos.

Ao contrário do que se pensa, a testosterona também é um hormônio fundamental para o desejo feminino
Neste estágio, cientistas acreditam que dois hormônios liberados pelo sistema nervoso têm papel na formação de laços.
Vasopressina: Outra importante substância química nos compromissos de longo termo. Pesquisas com ratos do deserto sugerem que a supressão de vasopressina em machos faz com que a ligação entre parceiros deteriore imediatamente, com a perda de devoção e a falha em proteger a parceira de novos pretendentes.
Oxitocina: Produzida pelo hipotálamo, uma glândula cerebral, e liberada tanto por homens e mulheres durante o orgasmo, a oxitocina ajuda a fortalecer ligações entre casais, segundo cientistas. A teoria é simples: quanto mais um casal fizer sexo, mais forte o elo entre eles fica.

Via: BBC



A paixão muitas vezes atropela relações ótimas, firmes, longas mas que estão apenas um pouquinho adormecidas pelo dia a dia corrido, a rotina e por que não, a falta de saco pra fazer a sexy todos os dias.
A paixão, em geral vem travestida daquela pessoa que esta próxima por alguma imposição, tipo: um curso, no trabalho, na atividade física. É a pessoa que se interessa em saber como você esta, que tem tempo para conversar, que elogia ou tem sempre uma conversa interessante sobre um assunto do seu interesse. É mágico e por consequência, apaixonante. Impressionante o tanto de afinidade que se descobre nessas pessoas. Porém, antes de jogar tudo para alto, lembre-se: é pura química e passa. Que fique claro que não sou a favor de se manter uma relação só pelo tempo que ela tem, pela história que se tem junto ou qualquer coisa que o valha, mas há que se ter algum discernimento antes de se jogar tudo para o alto e sair correndo para viver essa grande paixão. Às vezes, é só isso, uma paixonite que se analisada com um pouquinho de critério faz ver que não vale nem o esforço de tirar a roupa. Sério. Se esse conselho não te diz nada, é simples, desconfie sempre da perfeição, ela não existe. Se ele (a) te parece perfeito, corra...na direção oposta de preferência. Proteja-se de si mesmo quando ainda há tempo. Agora se você gosta apesar dos defeitos, quer o sujeito (a) sabendo que não vai mudar esses defeitos, nem a pessoa nem essas atitudezinhas que às vezes ele (a) tem e que são, apesar da paixão, escrotas, se joga parceiro (a). O caco você recolhe depois...ou não. ;P

Valentine's Day




 Uma mensagem de aniversário escrita por Johnny Cash para sua amada esposa June, em 1994, foi eleita a mais bela carta de amor de todos os tempos.
Seu conteúdo? A simplicidade de um amor massivo, sincero e companheiro.

Confira a tradução da carta:



Feliz aniversário, Princesa
Ficamos velhos e nos acostumamos um com o outro. Pensamos parecido. Lemos a mente um do outro. Sabemos o que o outro quer sem perguntar. Às vezes, nós irritamos um ao outro um bocado. Talvez, algumas vezes, tratamos um ao outro como garantido.  Mas de vez em quando, como hoje, refleti sobre isso e percebi o quão sortudo sou por compartilhar minha vida com a mulher mais incrível que já conheci. Você continua me fascinando e inspirando. Você me faz ser melhor. Você é o meu objeto de desejo, a razão #1 para a minha existência.
Eu te amo em demasia.
Feliz aniversário, Princesa.
Johnny”

Fonte: Aqui


Ela me ama apesar de tudo, apesar de mim mesmo.
Ela salvou minha vida mais de uma vez.
Ela sempre esteve lá com o seu amor, e isso certamente me fez esquecer a dor por um longo período de tempo, muitas vezes.
Quando escurece e todo mundo foi para casa e as luzes são desligadas, é só eu e ela . " 
- Johnny Cash

Delícia...




e tenho dito...



François Truffaut





A história de François Truffaut começou toda errada para dar tão certo. Foi rejeitado pela mãe, tornou-se ladrão, foi denunciado pelo padrasto e preso aos 16 anos. Como explicar que em apenas dez anos ele revolucionaria o cinema francês? Aos 26, ele inaugura o Nouvelle Vague, movimento que renovou o cinema francês, com um de seus melhores filmes, “Os incompreendidos”.
O cinema salvou-o de se tornar marginal e deu estofo necessário para fazer dele um crítico dos mais violentos.
/Ainda assim, uma infância e adolescência tão conturbados, não passariam impunes. Para o cinema foi ótimo, para a vida pessoal nem tanto. Teve três filhas e um filho homem, as relações com seu padrasto, de quem herdou o sobrenome, nunca foram boas e com a mãe menos ainda, tanto que ela morreu sem sequer conhecer os netos.

A obra de Truffaut é toda pautada pela busca do Amor. Não importa que tipo de amor ou mesmo se é correto ou transgressor, o que importa é o modo como esse sentimento coloca todos nós em pé de igualdade. Somos igualmente possessivos, ciumentos, idiotas, românticos e em situações extremadas preferimos destruir seu objeto de desejo a perdê-lo. Truffaut não nos poupa das lágrimas, do vômito, do escarro, do sangue virginal. Os fluídos corporais são pequenos lembretes mandados pela Morte de que ela nos espera logo ali na esquina. Aos personagens, só resta crer no Amor. Crer é a palavra chave; para Truffaut, o Amor é uma religião.
Isso é Truffaut. E por isso sou devota. Essa é a melhor palavra a usar quando se é mais do que apaixonada.
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Esse aquariano do dia 06/02/1932 nos deixaria no dia 21/10/ 1984, Tinha apenas 52 anos.


“(…) Tudo o que é do domínio afetivo reclama o Absoluto. O filho quer a mãe por toda a vida, os amantes querem se amar por toda a vida, tudo em nós pede o Definitivo – enquanto que a vida nos ensina o Provisório. Na medida em que o tempo passa, torna-se conveniente esquecermos nossos mortos, pois, esquecendo-os, é a nossa própria morte que esquecemos. (…) O verdadeiro dilaceramento reside na necessidade de aceitarmos o Provisório – para sobrevivermos”.
(O Cinema Segundo François Truffaut , Editora Nova Fronteira, 1988).
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Leia mais mais.

Confiar um no outro, essencial para um amor maduro - Flavio Gikovate





- Amar implica depender, estar na mão da outra pessoa. Por isso, amar alguém que não nos transmite confiança é ser irresponsável para consigo mesmo.

Poucos são os casais que vivem em concórdia, num relacionamento que crie condições para que ambos cresçam emocional e intelectualmente. Mas, porque existem alguns casais que vivem em harmonia, devemos nos empenhar para também fazermos parte dessa minoria privilegiada.

Hoje quero me dedicar a um aspecto essencial das boas relações amorosas que é o desenvolvimento da confiança recíproca.

Amar implica depender, estar na mão de outra pessoa. Ela tem, mais do que ninguém, o poder de nos fazer sofrer. Basta querer nos magoar que conseguirá isso, com uma simples palavra ou gesto. Se quiser nos fazer sentir insegurança, não terá problema algum.

Fica mais do que evidente que, quando uma pessoa ama alguém que não se empenha em despertar a sensação de confiança e de lealdade, ela irá padecer muito. Irá se sentir permanentemente ameaçada, terá ciúme de tudo e de todos.

Amar alguém que não nos passa confiança é, pois, uma irresponsabilidade para consigo mesmo. É uma ousadia, uma ingenuidade e uma grande demonstração de imaturidade emocional – ou sinal de que se tem satisfação com o sofrimento.

Em geral, as pessoas se colocam nessa condição em virtude de terem se encantado com alguém que, de fato, não dá sinais de confiabilidade. Aceitam essa atitude egoísta do amado imaginando que seja uma fase, um período doloroso que irá passar com o tempo. Fazem tudo para demonstrar o seu amor, para cativar o outro e esperam que isso faça com que, finalmente, ele se renda, e também se entregue de corpo e alma à relação afetiva.

Acaba se compondo uma espécie de desafio, em que aquele que não é confiável percebe que recebe mais atenções e carinho exatamente por agir dessa forma. Com isso se perpetua a situação e me parece bobagem achar que o futuro será diferente do presente. Afinal de contas, aquele que não se entrega ao amor, acaba sendo altamente recompensado por isso e não terá nenhuma tendência para alterar sua atitude.

Quando a “mágica” do encantamento amoroso não vem acompanhada da “mágica” da confiança, a pessoa está posta numa situação muito difícil, na qual o sofrimento e insegurança serão as emoções mais constantes.

E essa “mágica” da confiança de onde ela vem? De vários fatores, sendo que o primeiro deles depende do comportamento da pessoa amada.

Não é possível confiarmos numa pessoa que mente, a não ser que queiramos nos iludir e tentemos achar desculpas para não perder o encantamento por ela.

Não é possível confiarmos em pessoas cujo comportamento não está de acordo com suas palavras e suas afirmações. Aliás, quando o discurso não combina com as atitudes, penso que devemos tomar essas últimas como expressão da verdadeira natureza da pessoa.

Não é possível confiarmos em pessoas que mudam de opinião com a mesma velocidade com que mudamos de roupa. É evidente que todos nós, ao longo dos anos, atualizamos nossos pontos de vista. Porém, acreditar em certos conceitos num dia – na frente de certas pessoas – e defender conceitos opostos no outro – diante de outras pessoas – significa que não se tem opinião firme sobre nada e que se quer apenas estar de bem com todo mundo. Amar uma pessoa assim é, do ponto de vista da autopreservação, uma temeridade.

A capacidade de confiar depende também de como funciona o mundo interior daquele que ama e não apenas da forma de ser e de agir do amado.

Não são raras as pessoas que não conseguem desenvolver a sensação de confiança em virtude de uma autoestima muito baixa. Desconfiam da capacidade que têm de despertar e conservar o amor da outra pessoa; se sentem inseguras, acham que a qualquer momento podem ser trocadas por criaturas mais atraentes e ricas de encantos. E, o que é mais grave, se sentem assim mesmo quando recebem sinais constantes, coerentes e persistentes de lealdade por parte da pessoa amada. Nesses casos, não há o que essa criatura possa fazer para atenuar o desconforto daquelas, cuja única saída é um sério mergulho interior em busca de resgatar a autoestima e a autoconfiança perdidas em algum lugar do passado.

Finalmente, para uma pessoa desenvolver a capacidade de confiar é necessário que ela seja uma criatura confiável.

Costumamos avaliar as outras pessoas tomando por base nossa própria maneira de ser. Se nos sabemos mentirosos, capazes de deslealdade e de desrespeito aos outros, como ter certeza de que as outras pessoas não farão o mesmo conosco?

Só aquele que tem firmeza interior, que tem confiança em si mesmo no sentido de respeitar as regras de conduta nas quais acredita, pode imaginar que existam pessoas em condições de agir da mesma forma.

Se a felicidade sentimental depende do estabelecimento da confiança recíproca, ela será, pois, um privilégio das pessoas íntegras e de caráter.

Flavio Gikovate



Pra vc Moki com amor e confiança...sempre.


Tarot


E eis que a carta que surge é: A Temperança.





O MOMENTO DA AÇÃO SENSÍVEL

Existem momentos específicos em nossas vidas que demandam a utilização de empatia. A empatia nada mais é do que a capacidade, muitas vezes que nasce da simples boa vontade, de se colocar no lugar do outro e compreender as coisas a partir do ponto de vista alheio. Vivemos, em geral, voltados demais para nossas próprias perspectivas e carecemos de uma avaliação mais fiel, justa e sensível da realidade das pessoas que estão ao nosso redor. Cultive uma postura mais compreensiva e a recompensa virá na forma de amor, simpatia e colaboração. Você sofrerá testes claros em sua paciência, mas não deverá fracassar.

Conselho: A necessidade de agir com harmonia entre razão e emoção.