Edward Mordrake, o homem dos dois rostos.



Conheça a história de Edward Mordrake, o homem com dois rostos

          


 
 
 
 
 
Edward Mordrake foi o suposto herdeiro de um título de nobreza na Inglaterra do século XIX, era considerado um homem brilhante e encantador - um erudito, um músico de mente brilhante. Diziam que ele muito bonito quando visto de frente - ainda, na parte de trás de sua cabeça havia uma segunda face, torcida e do mal, incapaz de comer ou falar mas era capaz de rir e chorar. Edward teria implorado aos médicos que removessem sua "cabeça demoníaca" pois ela supostamente sussurrava a ele coisas horríveis durante a noite, mas nenhum médico foi favorável a fazê-lo.
Foi dito que os olhos seguiam os espectadores e seus lábios eram como uma máscara nefasta Embora nenhuma voz sonora clara fosse ouvida, Edward jurou que muitas vezes ele era mantido acordado pelo ódio dos sussurros de seu "gêmeo demoníaco". O método de sua morte também é questionado, há alguns relatos que dizem ter sido por envenenamento, e em outras versões uma bala entre os olhos de seu irmão gêmeo diabólico. Em ambas as versões Edward teria deixado uma carta pedindo que a "cara do  demônio" fosse destruída antes de seu sepultamento para que ele não continuasse com seus terríveis sussurros em seu túmulo." 
 
Sugestão do Aquiles para uma história que eu por acaso já tinha por aqui ;)

Aberrações ou o que um ser humano faz a outro...

 Essa história é incrível, grotesca e relativamente comum em priscas eras. Seres humanos com defeitos genéticos tratados como atração de circo. No caso, a moça até tirou proveito e conseguiu de certo modo ter uma vida normal e até abastada, mas quantos desprezados pelas famílias não acabaram sem opção como animais em circos? Fico pensando que tipo de gente fazia isso ontem e as de hoje que tratam como aberrações pessoas que simplesmente escolheram outra opção sexual. Mudam os anos, mas não mudam as pessoas...infelizmente. 
Myrtle Corbin , a “Mulher de Quatro Pernas”.

Sua deformidade era resultado de uma forma rara de gêmeos siameses conhecida como dipygus. Da cintura para baixo, ela tinha tudo duplicado, possuindo duas pequenas pélvis, cada uma com uma perna emparelhada às suas pernas normais. Ela conseguia mover suas pernas menores, mas não conseguia andar sobre elas. Myrtle não podia se locomover nem ficar em pé sozinha. Possuía também duas vaginas, consequentemente dois sistemas reprodutivos. Suas menstruações ocorriam simultaneamente nas duas vaginas, diferentemente dos seus dois ânus, nos quais ela conseguia defecar em momentos distintos.

Josephene Myrtle Corbin nasceu nos Estados Unidos em 1868 e foi um dos casos mais bem-sucedidos financeiramente na história das aberrações vitorianas. Para aumentar seu apelo comercial, Myrtle vestia saias até o joelho e usava meias e botas combinando nas quatro pernas, o que impressionava as audiências. Myrtle era popular
a ponto de conseguir ganhar 450 dólares semanais, o que era uma verdadeira fortuna na época.

O mais impressionante não é sua trajetória dentro dos circos, mas o que aconteceu depois. Aos 19 anos, ela se casou com um médico, Dr. Bicknell, com quem teve cinco filhos: três de um útero e dois do outro.

Ficou famosa também por ser fotografada por Charles Eisenmann, um fotógrafo alemão que ficou famoso por retratar pessoas com deformidades que se apresentavam em freak shows novaiorquinos no final do século XIX. Seu trabalho era vendido no formato de “cartão de gabinete” e reunia imagens de mulheres barbadas, siameses, casos de androginia, gigantismo, nanismo e outras anomalias genéticas. Eisenmann produziu cerca de 700 retratos que incluem Jojo, o Garoto com Cara de Cachorro (jovem russo que sofria de hipertricose, doença genética que causa excesso de pelos no corpo) e Myrtle Corbin.



Texto de 
Diego Vieira
Administração Imagens Históricas
Myrtle Corbin , a “Mulher de Quatro Pernas”.

Sua deformidade era resultado de uma forma rara de gêmeos siameses conhecida como dipygus. Da cintura para baixo, ela tinha tudo duplicado, possuindo duas pequenas pélvis, cada uma com uma perna emparelhada às suas pernas normais. Ela conseguia mover suas pernas menores, mas não conseguia andar sobre elas. Myrtle não podia se locomover nem ficar em pé sozinha. Possuía também duas vaginas, consequentemente dois sistemas reprodutivos. Suas menstruações ocorriam simultaneamente nas duas vaginas, diferentemente dos seus dois ânus, nos quais ela conseguia defecar em momentos distintos.

Josephene Myrtle Corbin nasceu nos Estados Unidos em 1868 e foi um dos casos mais bem-sucedidos financeiramente na história das aberrações vitorianas. Para aumentar seu apelo comercial, Myrtle vestia saias até o joelho e usava meias e botas combinando nas quatro pernas, o que impressionava as audiências. Myrtle era popular a ponto de conseguir ganhar 450 dólares semanais, o que era uma verdadeira fortuna na época.

O mais impressionante não é sua trajetória dentro dos circos, mas o que aconteceu depois. Aos 19 anos, ela se casou com um médico, Dr. Bicknell, com quem teve cinco filhos: três de um útero e dois do outro.

Ficou famosa também por ser fotografada por Charles Eisenmann, um fotógrafo alemão que ficou famoso por retratar pessoas com deformidades que se apresentavam em freak shows novaiorquinos no final do século XIX. Seu trabalho era vendido no formato de “cartão de gabinete” e reunia imagens de mulheres barbadas, siameses, casos de androginia, gigantismo, nanismo e outras anomalias genéticas. Eisenmann produziu cerca de 700 retratos que incluem Jojo, o Garoto com Cara de Cachorro (jovem russo que sofria de hipertricose, doença genética que causa excesso de pelos no corpo) e Myrtle Corbin.



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Texto de @[100002516820907:2048:Diego Vieira]
Administração Imagens Históricas