Porque hoje é sábado



Taidje Khan era de origem cigana, dono de irresistível força mística e um olhar hipnotizante, para ser literal.
Taidje Khan entrou para a história de cinema com personagens inesquecíveis. Na verdade, não consigo imaginar outro ator fazendo os mesmos personagens que ele fez. Um olhar como o de Yul Brynner nunca mais.

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Yul Brynner

Nascido em Cabo Yellzavety (nas Ilhas Sacalinas, URSS), em 11/7/1915, foi educado em Pequim e Paris. Indo para os EUA, em 1941, tornou-se locutor da Voz da América, irradiando em russo e francês. Em pouco tempo já atuava como ator na Broadway. Tinha uma voz poderosa.

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Óbvio que ele não nasceu calvo, alias, a única imagem que tenho dele com cabelo, prefiro nem colocar aqui. Ele é incrivelmente mais interessante calvo. Yul Brynner começou a ficar calvo quando participou do filme Porto de Nova York (1949).
Em 1951, fez um estrondoso sucesso nos palcos da Broadway: O Rei e Eu. Posteriormente a peça se tornaria um filme de igual sucesso, com o qual ele ganharia o Oscar de melhor ator.


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Brynner, nunca negou sua origem, pelo contrário, fazia questão de homenagear o povo cigano, não só em entrevistas, poemas, como também em músicas compostas especialmente por ele para o seu povo, com sua voz marcante e sensual.
Seus filmes alcançaram grande sucesso devido ao seu talento e carisma. Apesar do tipo oriental, Brynner convencia em qualquer papel, tal era a força de sua interpretação.
Yul Brynner morreria em abril de 1985, vítima de um câncer de pulmão, deixando quatro filhos, interpretações marcantes e um olhar que...Bem, preciso r-e-a-l-m-e-n-t-e explicar?









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