Hoje passando por um site de cinema, vi a imagem dele e bateu a saudade desse tipo de herói ingênuo, no caso e sim, isso é uma ironia, poucas palavras, mas atitudes sinceras.

Ele não era necessariamente brilhante, muito pelo contrário, para sorte nossa, alias.
John Weissmuller, o eterno Tarzan, era um homem grande, cerca de 1,90 e peso proporcional. O corpo atlético conquistado em anos de natação chamava atenção, e claro, era perfeito para o herói Tarzan sair dos quadrinhos e ir para as telas de cinema.
Weissmuller nasceu em 02 de junho de 1904 em Windber, Pensilvânia e quando seus pais se mudaram para Chicago, o garoto aprendeu a nadar em piscinas públicas e no lago Michigan. Ele se tornou um nadador imbatível em nado livre, seus movimentos de braços muito poderosos arrastaram-no a incontáveis recordes mundiais e cinco medalhas de ouro nos jogos Olímpicos de 1924 e 1928.

Pelas mãos de Louis B. Mayer e Irving Thalberg, ele se tornaria o Tarzan, o homem macaco mais conhecido do cinema. Seu grito mundialmente conhecido era inconfundível e assim como em poucos casos usou dublê, o grito também era dele e vinha sabe-se lá de onde.
Fez fortuna que seria convenientemente surrupiada em grande parte por um de seus empresários. Nos anos setenta, virou um anfitrião no Caesar’s Palace de Las Vegas, e em 1984, morreria vítima de um ataque cardíaco.

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