Porque hoje é sábado...


Jeffrey Dean Morgan


Antes de mais nada que fique claro meu amor incondicional a Javier Bardem, primeiro e único (talvez nem tanto... não posso esquecer Brando) no meu coração cinematográfico! Mas Jeffrey...Ah, Jeffrey... um cara que gosta de cachorros e motos, com essa boca, esse sorriso, esses olhos de mormaço, esse 1,88 de ombros largos, braços fortes, um peito que dá vontade de sumir pra dentro de um abraço é irresistível. Perfeição define.
Verdade que eu espero mais dele como ator, ainda não fez nada que me desse vontade de ver de novo, a não ser por ele mesmo. Vamos aguardar. Por ora essa boca me basta...e muito.








Dia da Saudade...


Poemeu


Poeminha antiguinho de quando eu ainda escrevia.
Só a saudade é sempre a mesma.


Felicidade é simples.



Felicidade é ver um pedacinho da família, numa quinta-feira em pleno verão carioca. É conhecer a descendência linda de primas e primos, ver a história que continua, beber uma cerva gelada e rir,rir muito, muito, de perde o fôlego. Falar tanto até perder a voz, contar causos, relembrar pessoas... queridos distantes e aqueles que já se foram Felicidade é abraçar apertado, num tipo de abraço que contém tantas pessoas, um aconchego, um carinho, se sentir pertencida...
Felicidade é simples, é voltar pra casa de mãos dadas com um grande amor, cabeça no ombro, noite estrelada e quente e um sorriso de gratidão pela vida. Essa tal de vida... Ô trem bão, sô!






Alívio, esse retorno à superfície.




"Falar é algo que requer cautela, porque o que falamos quase sempre não coincide com o que o outro vai ouvir. Segundo o filósofo Ortega Y Gasset, estamos todos condenados a uma "solidão radical", justamente porque a comunicação é sempre precária. Ouvir de verdade significa tentar se abrir para o argumento da outra pessoa, buscando não agir de modo radical ou crítico e, se for o caso, acoplar aquela nova ideia em vez de simplesmente desqualificá-la." Flavio Gikovate


Se tem uma coisa bacana na vida é a possibilidade de tudo se resolver de um dia para o outro. Acho que nunca tentei o suicídio por pura curiosidade do que ia acontecer no dia seguinte. Louco, verdade, mas sempre se confirma essa coisa própria do tempo que tudo resolve, tudo esclarece e faz sair das nuvens um belo sol à pino.
Ontem angústia por uma situação truncada, nebulosa com uma pessoa que eu defino como atormentada sob uma aparência calma e cordata, hoje poder dizer: nunca serei sua amiga, nem virtual nem real. Alívio define. A mente em ebulição teve descanso imediato. Sabe paz? Pois é. Como havia dito antes gosto de gente franca, aberta que chega junto, puxa pra perto, olha no olho, fala o que sente, por isso conviver com alguém assim é complicado, desgastante pra não dizer cansativo.


"Amizades consistentes e elos duradouros se beneficiam muito da presença de grandes afinidades; em especial, as relativas ao caráter." Flávio Gikovate


"Devemos tomar alguns cuidados para melhor conhecer a maneira de ser e pensar das pessoas.O modo mais adequado de entendermos o que se passa com o outro não é se colocar no lugar dele usando a si como referência. Devemos olhar para o outro com realismo, objetividade, assumindo uma postura que leve em conta que as atitudes devem falar mais alto que as ideias." F.G

Às vezes, a vida impõe desafios e coloca no nosso caminho pessoas totalmente diferentes de nós, quase refratárias para o exercício do entendimento, da compreensão no estado mais puro. É preciso aceitar mesmo que não goste. Se é assim que assim seja. 




Angústia, essa pedra no espelho d'água...





...
 "No caso da união entre o Sol e Marte, é como se o seu "rei interior" se unisse a um poderoso "general", e o que se nota é uma personalidade afirmativa, que traça objetivos precisos e os cumpre. Você tem a vitalidade necessária para agir no mundo, realizando seus intentos com firmeza e determinação.Eu desejo é uma frase-chave para este aspecto. E você se identifica com seus desejos, podendo sentir muita ira quando eles são desafiados. Marte, o destemido, fornece ao Sol a coragem necessária para você mostrar a que veio. Você expressa sua identidade com firmeza, podendo eventualmente exceder-se, tendo maneiras entusiásticas demais, ou mesmo com acessos de impaciência ou ainda com uma frieza gélida. Para você é tudo ou nada. Há um toque de agressividade e de dominação nas interações Sol-Marte. Há também um poderoso espírito de iniciativa, que lhe permite entrar num fluxo vitorioso quando se concentra fortemente na direção de um intento. A agressividade, a despeito do que nos ensinam muitas tradições esotéricas, é um impulso natural que nos leva a crescer, que nos conduz ao desenvolvimento. Não é algo "ruim". Toda coisa viva luta por espaço a fim de afirmar sua existência. No caso da união entre Sol e Marte, há uma necessidade de afirmar-se através do confronto. Traduzindo em miúdos, uma predisposição natural para a briga! É matar ou morrer, nunca menos que isso"

...




 Uma mente inquieta precisa de paz. É uma necessidade quase palpável. Tudo que tira do centro gera angústia. Sentir é o verbo certo. Algo acontece mas eu olho e não consigo enxergar o que é. Não gosto. Não sei o que se passa, intuo que algo esta acontecendo nas sombras. Traição, puxada de tapete, talvez. Não consigo entender o sentimento, o que move, o que ocorre. Não entendo os códigos, mas sei que algo esta acontecendo e é assim...acontecendo como numa evolução gradual. Mas o que? Nova decepção? Reitero não gosto. Gosto de gente aberta, que fala o que sente, que chega junto, puxa pra perto, olha no olho, pega na mão, se envolve, não se esconde, não foge e se for pra brigar vem pra receber a bala no peito aberto, escancarado. Briga  comigo só na mão e de preferência com muito contato físico que é pra eu sentir o gosto do seu sangue na minha boca. Mistura de suor, pele na unha, sangue na boca. Banquete completo me serve. É assim que eu sou.







Amor de laboratório.

Senão vejamos, um cientista afirma que ao responder algumas perguntas é possível que as pessoas se apaixonem. A grosso modo é essa a tese dele. Particularmente, acho a ideia das perguntas bem interessantes porque ao respondê-las cada um se desvenda aos olhos do outro, isso é claro supondo que as respostas serão verdadeiras. Porém, acredito que  não só a paixão e o amor são bem diferentes assim como a maneira que ocorrem também. Acho que a paixão, o apaixonar-se é o start de todo relacionamento, o encantamento inicial, aquilo que gera a vontade de ficar junto, perto, dentro do outro toda hora, todo dia. Com o passar do tempo tudo que é falado, que é dito tem que receber um respaldo que se chama atitude ou seja nem sempre o cara que se diz o homem mais fiel da terra realmente o será, isso é apenas para exemplificar. Palavras o vento leva, atitudes não. E isso vale para ambos. Havendo o respaldo é  nessa hora que a relação se solidifica e se torna amor. Cada um  corresponde as expectativas do outro inclusive as negativas, não se engane e segue em frente ou não como diria o dublê de filosofo Caetano Veloso.

Dito isso, não acredito que algumas perguntas e respostas façam a diferença em se apaixonar ou não, mas certamente poderão despertar interesse em continuar e conhecer melhor o dono de respostas interessantes, né? ;)



QUER SE APAIXONAR? AQUI ESTÁ A RECEITA!

Para estudioso, o amor pode ser criado em laboratório.
Por Beatriz Alessi 
Foto: Thinkstock
Foto: Thinkstock
Ah, o amor... Quantos poemas e tratados já foram escritos na tentativa de decifrá-lo... Quantas canções melosas entoadas na calada da noite! Seria a paixão uma questão puramente química? Um evento fortuito provocado por determinada conjunção planetária? Em outras palavras, estaria o encontro amoroso escrito nas estrelas?
Nada disso. Para o professor Arthur Aron, do departamento de Psicologia da Universidade de Stony Brook, no estado de Nova York, o amor é uma experiência que pode ser replicada em laboratório. Simples assim. Há quase vinte anos, ele mostrou que é possível fazer estranhos se apaixonarem em menos de uma hora. Homens e mulheres heterossexuais foram colocados frente a frente, responderam a um questionário com 36 perguntas e depois se olharam por 4 minutos. Seis meses depois, dois participantes estavam casados.
Duas décadas depois, uma professora da Universidade de British Columbia, no Canadá, resolveu testar o método. O relato de Mandy Len Catron foi publicado no jornal “The New York Times”. Ela e o parceiro não eram propriamente estranhos, já se conheciam da universidade. E não estavam sentados num laboratório, mas num bar. Um pouco constrangidos, os dois fizeram uma busca no Google e responderam, uma a uma, às 36 questões propostas pelo doutor Aron. São três conjuntos de perguntas que vão ficando mais “invasivas” à medida que o questionário evolui. “Se pudesse escolher qualquer pessoa no mundo, quem você convidaria para jantar?” “Antes de fazer um telefonema, você ensaia o que vai dizer?” E por aí vai. O objetivo do doutor Aron é criar um clima de intimidade entre os participantes que, na vida real, poderia levar meses. “Enumere três coisas que você e seu parceiro parecem ter em comum”. “Qual é a sua lembrança mais querida?” “E a mais terrível?” “Qual foi a última vez que chorou na frente de alguém?” “Diga ao seu parceiro o que já te agrada nele”.
Ao final do questionário, Mandy diz ter se sentido como um sapo de laboratório que só percebe que está em água quente quando já é tarde demais. E ainda faltava a parte final do experimento: os dois teriam que se olhar silenciosamente por quatro longos minutos. Como isso seria estranho num bar, eles foram para uma ponte próxima. Para Mandy, foi uma das experiências mais aterradoras e eletrizantes de toda a vida!
Nem é preciso dizer que os dois se apaixonaram. Então será isso o amor, uma questão de intimidade? A tese do doutor Aron parece ser a de que, para amar, é preciso querer conhecer o outro e se deixar conhecer. Muitas vezes isso não acontece porque estamos “armados” demais para nos colocar numa posição de vulnerabilidade. Infelizmente, o amor não vem com seguro contra a desilusão. Mas nos privar dele pode ser ainda mais triste. Então se jogue!

Quer fazer o teste do doutor Aron? As 36 perguntas estão abaixo.   
Parte I
1. Se pudesse escolher qualquer pessoa no mundo, quem você convidaria para jantar?
2. Você gostaria de ser famoso (a)? De que maneira?
3. Antes de fazer um telefonema, você ensaia o que vai dizer? Por quê?
4. O que seria um “dia perfeito” para você?
5. Quando foi a última vez que cantou para si mesmo (a)? Ou para alguém?
6. Se você pudesse viver até os 90 anos, escolheria manter, pelos últimos sessenta anos de vida, o corpo ou a mente de alguém de 30?
7. Tem um palpite sobre como vai morrer?
8. Enumere três coisas que você e seu parceiro (a) parecem ter em comum.
9. Pelo que você é mais grato (a) na vida?
10. Se você pudesse mudar algo na maneira como foi criado (a), o que seria?
11. Em quatro minutos, faça uma descrição o mais detalhada possível da sua vida.
12. Se você pudesse acordar amanhã com mais uma qualidade ou habilidade, qual seria?

Parte II
13. Se uma bola de cristal pudesse lhe revelar a verdade sobre você, sua vida, o futuro ou qualquer outra coisa, o que gostaria de saber?
14. Há algo que você sonha em fazer há muito tempo? Por que ainda não realizou esse sonho?
15. Qual é a sua maior conquista na vida?
16. O que mais valoriza numa amizade?
17. Qual é a sua lembrança mais querida?
18. Qual é a sua lembrança mais terrível?
19 Se soubesse que morreria dentro de um ano, você mudaria alguma coisa na sua maneira de viver? Por quê?
20. O que a amizade significa para você?
21. Que papel o amor e a afeição têm na sua vida?
22. Enumere cinco características que considera positivas no seu parceiro e ele em você.
23. Quão afetiva é a sua família? Acha que a sua infância foi mais feliz que a da maioria das pessoas?
24. Como é a sua relação com a sua mãe?

Parte III
25. Formular, cada um, três fases começando com a palavra “nós”. Por exemplo, “aqui nesta sala nós estamos nos sentindo...”
26. Completar a frase: “Gostaria de ter alguém com quem pudesse compartilhar…”
27. Se você fosse ficar amigo (a) do seu parceiro (a), o que seria importante que ele (a) soubesse?
28. Diga ao seu parceiro (a) o que gosta nele (a). Seja muito honesto (a). Diga coisas que não diria a alguém que acabou de conhecer.
29. Conte ao seu parceiro (a) uma passagem constrangedora da sua vida.
30. Quando foi a última vez que chorou na frente de alguém? Ou sozinho (a)?
31. Diga ao seu parceiro (a) o que já te agrada nele (a).
32. Com o que, na sua opinião, não se pode fazer piada?
33. Se você morresse essa noite e não pudesse se comunicar com ninguém, o que lamentaria não ter podido dizer? E por que não disse isso até hoje?
34. A sua casa está pegando fogo. Depois de salvar seus entes queridos e animais de estimação, você ainda tem tempo de correr e salvar mais uma coisa. O que seria? E por quê?
35. Entre todas as pessoas da sua família, qual seria a morte mais dolorosa para você? Por quê?
26. Conte um problema para o seu parceiro (a) e peça-lhe um conselho sobre como resolvê-lo. Peça a opinião dele (a) sobre como você deve estar se sentindo a respeito.

Daqui Ó,

A falta de empatia ou não olhe agora mas tem um psicopata perto de você...




A inteligência emocional envolve entre outra coisas a empatia. Nenhum outro tipo de inteligência é tão importante quando a inteligência emocional. Exagero? Não, até porque para se ter empatia é preciso saber se comunicar, saber se fazer  entendido, entender por consequência, se colocar no lugar do outro ainda que com alguma isenção, mas sobretudo sentir.

Não ter inteligencia emocional significa dizer que a pessoa não tem empatia, o que particularmente acho trágico, triste porque não há dúvida sobre as dificuldades de se conviver com alguém assim, de trabalhar ou se relacionar. No entanto, imagino que se é triste para quem convive pior será pra quem não tem essa habilidade. Não conseguir sintonizar emoções, não saber interpretar sinais não verbais, não se envolver de verdade para o bem ou para mal com as pessoas do seu meio social equivale a dizer que não há vida na sua essência, é como entrar meio corpo na piscina e não dar um belo mergulho... de cabeça, sempre.

Por outro lado, a falta de empatia é também uma caraterística do psicopata. Que fique bem claro que a maior parte dos psicopatas não pratica violência física ou delitos contra a lei. Mesmo assim, todos eles são capazes de arruinar a vida das pessoas ao seu redor, deixando-as emocionalmente em frangalhos ou financeiramente quebradas, ao mesmo tempo que posam para o restante do mundo como pessoas normais e de bem.

Por definição segundo Gabbard: “Uma das características mais importantes que se observa nos psicopatas é a falta de empatia e um estilo de interação sadomasoquista baseado mais no poder do que nas vinculações afetivas.” De fato, alguns indivíduos com traços de psicopatia dirão que suas relações interpessoais são muito importantes para eles: contudo, eles demonstram seu desapego às pessoas por meio de suas ações, por enganarem e ferirem aqueles que lhes são mais próximos sem dar a menor importância ao impacto negativo que seu comportamento causa nos outros. David S. Holmes afirma que os sociopatas “com frequência verbalizam fortes sentimentos e compromisso (por exemplo, facilmente dizem eu te amo), mas seu comportamento indica o contrário.” Além disso, quando as coisas dão errado, eles frequentemente explicam a cadeia de eventos de uma maneira que os isenta de qualquer responsabilidade pela situação em questão. 

Mas isso é prosa para outro post...

Wish u Were Here...






O CAMELÔ DO AMOR

Coisa doida é descobrir um texto de Vinicius de Moraes que eu sequer sabia da existência. Mais doido ainda é descobrir esse texto a partir de um artigo de Direito. A vida definitivamente é uma caixinha de surpresas...




O CAMELÔ DO AMOR

Rio de Janeiro, Jornal do Brasil, 31/12/1969

Parai tudo o que estais fazendo, homens de gravata e sem gravata, funcionários burocráticos e deambulantes, mercadores e fregueses, professores e alunos, íncubos e súcubos - e escutai o que eu vos tenho a dizer.

Chegai-vos a mim e vinde ver toda a beleza que estou vendendo a preço de banana! Homens da Cifra e da Sigla, de Toga e de Borla-e-Capelo, de Fardão e de Sobrepeliz: esquecei por um momento vossas conjunturas e aproximai-vos de olhar sincero e coração na mão.

É favor suspender por alguns minutos a partida. Senhor Juiz Armando Marques! Conserva-te assim, o pé no ar, meu bom Pelé, qual fantástico dançarino. Feras da Seleção: atenção! Alerta, aviadores do Brasil! Capitães de mar: estamos no ar!

A postos, emissoras em cadeia! Câmaras de cinema e televisão: ação! Estações de rádio e radioamadores: ligai os receptores! Atenção, Intelsat quatro... três... dois... um... 
Aqui fala o poeta, o jogral, o menestrel, o grande Camelô do Amor!

O Amor tonifica o cabelo das mulheres, torna-os vivos e dá-lhes um brilho natural. Mise en plis? Só de Amor! nada melhor que divinos cafuriés para as moléstias do couro cabeludo!

Olhos opacos? Amores fracos! Olhos sem brilho? Amor-colírio! Olhos sem cor? Amor! O Amor branqueia a córnea, acende a íris, dilata as pupilas cansadas. E ainda dá as mais belas olheiras naturais. Dois beijos, dois minutos: dois olhos claros de veludo!

O Amor limpa de rugas a fronte das mulheres, elimina os pés-de-galinha e acrescenta lindas covinhas ao sorriso. Tende sempre em mente: o Amor coroa as mulheres de pesados diademas invisíveis. Amai, coroas! A mulher que ama reinventa o Paraíso. A mulher que é amada move-se majestosamente!

O Amor pitanguiza o nariz das mulheres, torna-os frementes, com delicados tiques, particularmente nas asas. Narizes gordurosos, com propensão a cravos e espinhas? Muitas, muitas festinhas contra o nariz amado!

O Amor horizontal é melhor e não faz mal. Bocas rosadas, frescas, palpitantes? Beijos de amor constantes! As bocas mais beijadas são mais bem lubrificadas. Só isso dá à sua boca o máximo!

Qual Nardem, qual Rubinstuff ! - morte às pomadas! Pomadas, cremes, só de Amor, amadas! Pele jovem e macia? Amai, se possível, todo dia: e ante o esplendor de vossa pele há de ruborizar-se a madrugada.

Juventude noite e dia? - Carne sem banha! Ela tem mais freguesia? - Sempre se banha! Aliás, uma coroa - Que coisa boa! Bem que ela tem seu lugar. E... sabor de loucura! 
O Amor estimula extraordinariamente a higiene bucal, pois como todos sabem, a água-e-sal é o composto químico da saliva, que conseqüentemente se ativa, impedindo a halitose e tornando a carícia palatal!

Se é de Amor, é bom! Não sabe aquela que não põe desodorante? Perdeu o marido e hoje não pega nem amante ... Sim, cuide o subextrato de suas asas, anjo meu, mas nada de exagero ... Uma axila sem cheiro pode levar um homem ao desespero. E não bobeie, não dê bola, não se iluda: um homem ama uma axila cabeluda! Siga o exemplo da mulher italiana: não usa lâmina e é mulher superbacana. Ponha um tigre debaixo do braço!

E basta de pastas, ó tu que levas o leite contigo - bom até a última gota! Se amares, o sangue circulará melhor em tuas glândulas mamares, e conseqüentemente terás seios sinceros, autodidatas, substantivos! Algo mais que o Amor lhe dá...

Casamento serve bem ao grande e ao pequeno. Serve bem à beça! Veja, ilustre passageiro, o belo tipo faceiro que viaja ao lado seu. Pois, no entretanto, eu lhe digo: quase ela fica a perigo... Salvou-a um justo himeneu. Alivia, acalma e reanima! Todo homem que chega em casa deve levar beijos mil: da mãe e da menininha. E como é bom ter seu amor junto ao corpo... É a pausa que refresca... Quem a casar se mete, repete!

Um mínimo de cirurgias plásticas, dietas patetas e essas ginásticas fantásticas... Vivei e amai ao Sol! Para aquele que ama, vossos senões são poesia. Nada mais lindo que as feiurinhas da mulher amada!

Por isso, eu grito aqui: regulador? - besteira! A saúde da mulher está em ser boa companheira. Não há pílula para a percanta que se preza. Seja mulher! conserve o seu sorriso! valha o quanto pesa! Use o auge da bossa e namore o quanto possa: na praça, na praia, no prado - no banco que está ao seu lado!

Eu sempre digo, e faço figa do que diga seu melhor, muito melhor que óleo de figado. Porque, além de excitar o metabolismo basal, para o vago-simpático é o tônico ideal!

Eis seu mal: não amar. Daí, decerto, a causa dessas suas tonteiras, dessas náuseas... Ame king-size! E se lembre sempre o espetáculo começa quando a senhora chega! Quem não é o maior tem que ser o melhor! Por isso, espere um pouco, por favor... E repita comigo, assim... A-m-o-r!

Vinicius de Moraes

Ficou feio...muito feio.





Pensando por aí...








Fato.

O escroto corporativo ou como lutar para não se tornar uma assassina em potencial...




A questão aqui não é a chatura, muito embora a pessoa  também possa ser chata. A questão aqui são pessoas escrotas.. O nível de escrotidão elevado a potência mil, define e hoje fica muito claro que quanto mais conheço esse tipo, mais admiro as pessoas que conseguem conviver com ele. Esses certamente se encontram na última encarnação. Tenho fé que eles ascenderão aos céus tão logo deixem o corpo físico só pela convivência com o escroto, isso é claro se eles não tiverem um lampejo de consciência e acharem melhor exterminar o escroto com as próprias mãos prestando um serviço à humanidade. Oremos.



Conviver com um escroto no mundo corporativo é um exercício de paciência e compaixão. Às vezes, penso que pessoas assim são  incapazes de amar, o escroto tem um alto nível de egoismo  assim como a falta de empatia não o deixa esta apto para o amor. Fato.  O amor por definição é um ato de generosidade e o escroto desconhece essa palavra. Na verdade, indivíduos assim apenas avaliam qual é a melhor alternativa para si mesmos. O que é mais vantajoso, digamos assim. E isso vale para o mundo corporativo. O escroto corporativo não tem o menor pudor de jogar os colegas na fogueira, alias, ele passa por cima, atropela, concorda com você para fazer exatamente o que quer. Desconhece o que é consideração, claro.
Sob a capa de "sem noçãozice", o escroto corporativo exige do outro  coisas que ele mesmo não cumpre pelo simples fato de achar que as regras não se aplicam a ele. É um escroto de raiz.
Infelizmente, a convivência é um mal necessário, o que exigirá doses homéricas de engov...acredite.



*Texto de 2003 e faz é tempo!

Massacre na França



Inominável o massacre dos jornalistas franceses. O mundo hoje perde a fina ironia das caricaturas,  para o traçado grotesco de balas terroristas.