O vírus da Paixão.



Paixao14

Muita gente imagina a paixão como um produto da alma. Ou do coração. Mas é, em essência, por menos romântico que pareça, um jogo químico.
A BBC ouviu cientistas que identificaram como esses elementos químicos funcionam em cada estágio da paixão.

Estágio 1: Luxúria
A luxúria é "alimentada" por dois hormônios: a testosterona e o estrogênio.
A testosterona, ao contrário do que se pensa, não é restrita aos homens. Ela também tem um papel de destaque no desejo sexual feminino.


Estágio 2: Atração
É neste estágio que as pessoas apaixonadas não pensam em outra coisa. Elas podem até perder o apetite e dormir menos, preferindo passar horas sonhando acordadas com seu novo interesse amoroso.

Isso é "culpa" de um grupo de enzimas neuro-transmissoras chamadas monoaminas. Mais precisamente de três delas:

Dopamina: Também ativada pela cocaína e pela nicotina, causa sensação de euforia.
Norepinefrina: Conhecida também como adrenalina. Faz com que suemos e acelera os batimentos cardíacos.
Serotonina: Uma das mais importantes substâncias da "química do amor", e que pode fazer com que fiquemos temporariamente insanos.

A supressão do hormônio vasopressina nos ratos do deserto deteriora ligação entre parceiros


Estágio 3: 'Apego'
Este é o estágio que se instala após a atração, se um relacionamento durar. Se a atração durasse para sempre, nada mais que bebês seriam feitos num relacionamento.
O 'apego' é um compromisso mais longo e este laço é que mantém os casais juntos.

Ao contrário do que se pensa, a testosterona também é um hormônio fundamental para o desejo feminino
Neste estágio, cientistas acreditam que dois hormônios liberados pelo sistema nervoso têm papel na formação de laços.
Vasopressina: Outra importante substância química nos compromissos de longo termo. Pesquisas com ratos do deserto sugerem que a supressão de vasopressina em machos faz com que a ligação entre parceiros deteriore imediatamente, com a perda de devoção e a falha em proteger a parceira de novos pretendentes.
Oxitocina: Produzida pelo hipotálamo, uma glândula cerebral, e liberada tanto por homens e mulheres durante o orgasmo, a oxitocina ajuda a fortalecer ligações entre casais, segundo cientistas. A teoria é simples: quanto mais um casal fizer sexo, mais forte o elo entre eles fica.

Via: BBC



A paixão muitas vezes atropela relações ótimas, firmes, longas mas que estão apenas um pouquinho adormecidas pelo dia a dia corrido, a rotina e por que não, a falta de saco pra fazer a sexy todos os dias.
A paixão, em geral vem travestida daquela pessoa que esta próxima por alguma imposição, tipo: um curso, no trabalho, na atividade física. É a pessoa que se interessa em saber como você esta, que tem tempo para conversar, que elogia ou tem sempre uma conversa interessante sobre um assunto do seu interesse. É mágico e por consequência, apaixonante. Impressionante o tanto de afinidade que se descobre nessas pessoas. Porém, antes de jogar tudo para alto, lembre-se: é pura química e passa. Que fique claro que não sou a favor de se manter uma relação só pelo tempo que ela tem, pela história que se tem junto ou qualquer coisa que o valha, mas há que se ter algum discernimento antes de se jogar tudo para o alto e sair correndo para viver essa grande paixão. Às vezes, é só isso, uma paixonite que se analisada com um pouquinho de critério faz ver que não vale nem o esforço de tirar a roupa. Sério. Se esse conselho não te diz nada, é simples, desconfie sempre da perfeição, ela não existe. Se ele (a) te parece perfeito, corra...na direção oposta de preferência. Proteja-se de si mesmo quando ainda há tempo. Agora se você gosta apesar dos defeitos, quer o sujeito (a) sabendo que não vai mudar esses defeitos, nem a pessoa nem essas atitudezinhas que às vezes ele (a) tem e que são, apesar da paixão, escrotas, se joga parceiro (a). O caco você recolhe depois...ou não. ;P

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