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Conforme prometi ao Hugo, este blog esta a disposição dele para as notícias que envia.
Por que reciclar?
Porque não existe o jogar fora, os materiais que dispensamos no meio ambiente ficam conosco e para piorar, muitos possuem compostos que a natureza não sabe lidar e causam enormes estragos.
Antes de reciclar devemos fazer algo?
Sim, a reciclagem é a última coisa. A principal é reduzir o consumo.


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Saiba como reciclar lâmpadas fluorescentes
CYRUS AFSHARd a Folha de S.Paulo


A empresa de reciclagem Apliquim faz o serviço de recolhimento de no mínimo 50 lâmpadas na Grande São Paulo, por R$ 0,60 a unidade. Mas como elas duram vários anos, a saída para o consumidor é se organizar --no condomínio ou numa associação de bairro-- para juntar essa quantidade.

Se não der certo, tem a loja de materiais elétricos Cime, em São Paulo, que recebe as lâmpadas e as encaminha para a própria Apliquim. Se for feita uma venda casada (você deixa a sua velha e compra uma nova), você não paga nada. Para quem quiser descartar a lâmpada sem comprar uma nova, a taxa cobrada pelo serviço é de R$ 0,50 por unidade.

No Rio, a recicladora Elrec, que faz o recolhimento de grandes quantidades de lâmpadas para empresas, começa este ano a atuar em condomínios e cobra R$ 0,60 por unidade.

Em Curitiba, a prefeitura faz o recolhimento gratuito de no mínimo 10 lâmpadas por pessoa, nos 24 terminais de ônibus da cidade (um dia por mês em cada terminal). Depois o material é encaminhado para a empresa Megareciclagem, que faz a descontaminação.
Prefeitura de Curitiba
, www.curitiba.pr.gov.br/Secretaria.aspx?idf=37&servico=26
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Apliquim (SP), (19) 3884-8140Cime, (11) 3674-3000Elrec, (21) 9803- 2186
Dica do ecoeconomista Hugo Penteado - Autor do excelente livro:
Ecoeconomia - uma nova abordagem.
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Enquanto isso, o ambientalista Luis Felipe Cesar dá conta III Conferência Nacional do Meio Ambiente.

Notas desde a CNMA, Brasília, em 8/5/08.

Reunir quase 3 mil pessoas de todo o Brasil num processo de debate sobre Meio Ambiente, alicerçado em prévias conferências municipais, regionais e estaduais é uma façanha digna de reconhecimento e admiração. As notas abaixo visam compartilhar observações e sentimentos que apenas grandes eventos produzem e em hipótese alguma comprometem o brilho e a importância desta Conferência.

Em tempos de comunicação eletrônica, massificada, telegráfica, ainda existem militantes que no decorrer de suas falas são tomados por lágrimas que visivelmente sobem desde o coração. São pessoas que lembram outros momentos da história, porque se empolgam, se exaltam, emocionam, resvalam na inconveniência, mas despertam sentimentos importantes que alimentam a energia necessária para as mudanças.

A gestão do tempo é um problema. Palestras, mesas redondas e demais atividades se prolongam e muitas vezes começam atrasadas. As oportunidades de debate se transformam em fóruns de considerações que quase sempre se perdem da objetividade, embora reflitam anseios e formas de expressão legítimos, que contribuem para conhecer melhor o povo brasileiro.

Aprovar regimentos internos sempre é epopéia de paciência. Aqui não é exceção. As “questões de ordem” existem e persistem. Procedimentos são rediscutidos em detalhes incríveis e perde-se muito tempo em burilar a forma, com risco de perder horas preciosas de discussão das propostas e moções que deverão nortear a política ambiental brasileira. Apesar dos excessos, a grande maioria das votações revela maturidade da plenária, que tende a decidir em apoio às propostas já encaminhadas pela organização da conferência.

Observadores internacionais convidados refletem a importância do Brasil e expressam respeito ao processo participativo em andamento. Nosso país tende a ser referência ambiental pelo patrimônio natural que possui, além da favorável situação econômica e institucional que definitivamente não mais justifica desmazelos e atropelos imediatistas que vendem o futuro em troca de ganhos não sustentáveis no presente.

A presença de índios de diversas etnias, seja na condição de delegados ou de artesãos, provoca mistura de esperança e dor. Cocares, colares, instrumentos musicais, arcos e flechas, relatos sobre a vida nas aldeias, olhos, peles, sopros de idiomas ancestrais desconhecidos para os brancos... Impressões que me encaminham ao silêncio...

As palestras do dia confirmaram fatos já consagrados, mas cuja lembrança sempre é bem vinda:
O capitalismo é insustentável.
A lógica do consumismo e do acúmulo é o suicídio da humanidade.
O aprimoramento tecnológico é parte da solução da crise ambiental e climática. Mas é apenas parte. Construir e exercer novos paradigmas e sistemas de produção, consumo e modo de viver é fundamental para continuarmos vivos.
Cada um deve fazer a sua parte, mas é preciso que as partes formem o todo e que o todo se reforme numa nova lógica planetária.
A temperatura está esquentando e os fenômenos climáticos de impacto serão cada vez mais freqüentes.
Política ambiental não se faz de forma isolada. Implica no compromisso e articulação de todos os segmentos, inclusive dentro dos governos - municipais, estaduais e federais.
A partir de sexta-feira começam as oficinas temáticas, voltadas para medidas de adaptação e de mitigação às mudanças do clima. Termino por hoje com esperança. Novas notas seguem assim que houver inspiração e tempo.
Saudações,
Luis Felipe Cesar




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Meio Ambiente-se


Pelo mundo


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Guerrilheiros de jardins
De repente, na calada da noite, guerrilheiros andam por Londres à procura de ervas daninhas. Armados de enxadas e ancinhos, os guerrilheiros invadem jardins públicos. A guerrilha na cidade começou há quatro anos e tem uma rede que inclui as cidades de Berlim, Montreal, Vancouver, Nova York e São Francisco. São quatro mil pessoas que se comunicam por um site e telefones celulares e ativam os guerrilheiros de jardins. Clique aqui e conheça o site destes guerrilheiros.
Via: Pelo Mundo.
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O povo das árvores


George Steinmetz é famoso por suas fotos aéreas, amplamente publicadas por revistas com o National Geographic. Duvido que alguém não conheça fotos como a famosa sombra dos camelos da África.
Pois em 1995, ele foi para Indonésia, aonde conheceu o povo das árvores, uma tribo isolada do mundo que não utiliza roupas, ferramentas sofisticadas ou sequer metais, e onde o canibalismo é utilizado como forma de punição criminal. O apelido se deve ao fato de que estas pequenas tribos possuem o hábito de construir suas casas em árvores altísimas e de difícil acesso.
Via: Doutrina


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