Bodas de Pixel

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Hoje eu nem ia postar nada, mas como adoro histórias de amor que dão certo, resolvi deixar o início dessa aqui...

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Nos esbarramos pela primeira vez há cerca de dois anos, por coincidência: ele viu meu nome no Orkut; eu tinha uma foto igual a dele. Parecíamos irmãos.
Nos encontramos pessoal e despretensiosamente em um dia chuvoso de julho. Eu de cabelo preso (ele odeia meu cabelo preso). Ele de tênis de corrida (eu odeio tênis de corrida).
Fomos almoçar em um
restaurante indiano que tinha fila de espera na porta. Ainda de pé, na fila, vi o rosto dele ganhar um certo ar de decepção quando eu disse displicente:
- Já vim aqui antes.
Comemos, bebemos, rimos, passeamos pelas ruas, brincamos de top 5 como se não houvesse amanhã e até escolhemos um presente para meu quase-namorado da época. Ele dizendo:
-Eu adoraria ganhar isso.
Eu nem pensando:
- Será uma indireta?
Nos despedimos na Av. Paulista. Eu soltei o cabelo e fui para uma festa. Ele sorriu e foi trabalhar.

...

O resto vocês terminem de ler no simpático blog da moça, o Chiqueiro Chic. E que venham mais bodas por aí!
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Adoro quando dá certo. Já tive namorados que conheci pela net, dois pra ser exata. Um chegou a ser meu noivo e hoje é um amigo querido, o outro, me ensinou que há diferença entre infidelidade e deslealdade e foi os dois, infiel e desleal. Mas o mais forte foi o que nunca aconteceu. Nos conhecemos, trocamos muitos emails e na única vez que estivemos juntos, toda absolutamente toda afinidade intelectual, afetiva, cultural não foi capaz de nos preparar para um detalhe: pele. Não houve um pêlo meu que desejasse estar misturado ao dele. Nunca fiquei com alguém com quem eu não sentisse nada, mas nada mesmo.
Hoje vejo que foi melhor assim. Observando o modus operandi dele no Orkut e depois pelos poucos emails que ainda trocamos, vi que era mais do mesmo. Estava longe, muito longe de ser o cara que eu pensava e que durante um tempo admirei, não só pelo que parecia ser, como também pelo trabalho que fazia. Acabada a admiração, pouco ficou.
Engraçado como num dia esperamos intensamente por um email e no outro tanto faz se ele chega ou não. C´est la vie...

3 comentários:

    On terça-feira, 13 maio, 2008 Shauan Bencks disse...

    tb tive namorada via net.. nossa.. q história...rs a minha q estou lembrando agora..rs..

    bjs

    voltei
    www.rubatogandaia.mus.br/benckscafe

    Olá, Anja! :-)

    Acho que não dei muita sorte com relacionamentos que surgem na net... eh eh eh!

    Uma vez, fui bastante ferido; outra vez, sem querer, gerei expectativas que acabaram frustradas. A primeira, nem quero ver, a segunda se tornou uma grande amiga.

    Bom, a vida segue, não é?

    Beijo pra ti, querida!

    PS: Quando você quiser, dá uma chegada no blogzinho lá. Tem poesia nova. :-)

    Assim é a vida, né?
    Conheço tantas bonitas histórias de amores virtuais que deram certo e que deram errado no mundo real.
    Devo esquecer as penpals na Europa.
    Beijão!
    :)