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É dia de Richard Burton.
De família pobre, Richard, foi criado pela irmã desde os dois anos de idade, seu pai era um mineiro de carvão. Ele nasceu em 10/11/1925, em Pontrhydyfen, País de Gales.
Richard Walter Jenkins estudou teatro na Universidade de Oxford, estreando nos palcos no início dos anos 40 pelas mãos de seu professor e tutor, Philip Burton. E foi em homenagem a esse professor que adotou o sobrenome Burton.
Durante muito tempo foi considerado um dos melhores intérpretes de Shakespeare.
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Sua estréia no cinema britânico deu-se em 1949 com o filme "The Last Days of Dolwyn", de Emlyn Williams e após algumas produções britânicas acabou convidado a participar do filme, "Eu te matarei, querida" em Hollywood, sendo indicado para o Oscar de melhor ator coadjuvante.
No ano seguinte, faria "O manto sagrado" e tornaria a ser indicado ao Oscar, dessa vez de melhor ator. Assim como seria indicado diversas vezes, Richard
jamais ganharia um Oscar.
Em 1958, Richard retornaria ao cinema britânico, ainda assim seria em Hollywood que alcançaria sucesso de público e bilheteria.
Em 1963, conheceria aquela com a qual viveria uma grande e conturbada história de amor: Elizabeth Taylor. Ambos casados, trataram de se separar
dos respectivos para viver essa paixão. Apesar disso, a vida amorosa de Richard daria um belo ou nem tanto, filme.
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Durante seu primeiro casamento, com a atriz sul-africana Sybill Williams, Burton teria mantido um caso com Marilyn Monroe, afirma o livro Richard Burton: Prince of Players, escrito pelo ex-agente do ator, Michael Munn. Alias, Sybill não deu nuita sorte com Burton porque tão logo conheceu Elizabeth Taylor, tratou de se separar dela.
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Talvez a infância pobre justifique o fato de Burton ser considerado uma espécie de mercenário quando negociava seus filmes, mas o fato é que não escondia de ninguém o valor que dava ao dinheiro em detrimento da "arte."
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Alias, uma característica marcante em Burton era o fato de não ter papas na língua, falava e fazia o que bem entendia, em especial quando estava bêbado, estado recorrente do ator.
Reza a lenda que houve um tempo em que bebia uma garrafa de vodka por dia, logo de manhã. Alcoólatra entraria num violento processo de autodestruição que terminaria com sua morte.
Em trechos extraído do diário que o ator passou a escrever a partir dos anos 60 pode-se ler o que achava de determinadas personalidades. Para Burton, Laurence Olivier era um grotesco exagero de ator, teria dito durante um jantar. Sobre a soprano Maria Callas, ele escreveu que só falava banalidades. Paul Newman, para ele, era aquilo que ele chamava de um verdadeiro ator, um homem com a tez tão bonita que a princípio pensou que estivesse maquiado.
Numa grande festa no castelo dos Rothschild, Burton encontrou pela primeira vez o artista plástico Andy Warhol e o descreve no diário como uma figura saída de um filme de horror.
Burton morreu de cirrose hepática, aos 59 anos, em 05 de agosto de 1984, depois de ter vivido e bebido intensamente.

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2 comentários:

    Amigaaaaa, help preciso de pensamento positivo, fé e muita oracaozinhaa

    Ai esse Burton...que olhos!

    Quanto à Maggy, amiga, obrigadíssima pela torcida e solidariedade. Ela sobreviveu!!! :D
    Estancou hemorragias, felizmente não quebrou nada no choque nem teve traumatismo craniano que era o q mais se temia. Passou o susto maior, agora se recupera em casa. beijossss